Em 2024, uma mulher que atuava como Moonbeam, mascote do Manchester City, relatou ter sido atingida na nuca por um jogador durante um momento de descontração antes de uma partida contra o Southampton. Segundo ela, o impacto causou dores no pescoço, cabeça e até vômitos, levando-a a buscar atendimento médico. Embora exames não tenham detectado lesões, a funcionária afirmou que o clube e a liga minimizaram o ocorrido, e que seu pedido para conversar com o atleta foi tratado com brincadeira.
O Manchester City investigou o caso e, com base em imagens de segurança, concluiu que o contato foi leve e sem intenção de agressão. O departamento médico destacou que o jogador costuma dar toques amistosos em mascotes como gesto de reconhecimento. A polícia local também analisou a denúncia e não encontrou indícios de má-fé, encerrando o caso sem ações disciplinares.
A mascote retornou ao trabalho pouco depois do incidente, mas não teve seu contrato renovado no fim do mesmo ano. O jogador envolvido não se manifestou publicamente, e nenhuma medida punitiva foi aplicada. O caso levantou discussões sobre o tratamento de relatos de funcionários dentro de clubes de futebol, mas foi oficialmente considerado resolvido pelas autoridades.