O Ibovespa registrou um desempenho robusto em março, acumulando valorização de 7,71% e alcançando os 131.900 pontos, com alta anual de 9,66%. O índice recuperou-se desde sua mínima do ano em 118.222 pontos, impulsionado por forte fluxo comprador, mas agora enfrenta resistência técnica próxima aos 133.904 pontos, máxima recente. A formação de um “spinning top” no gráfico semanal indica indecisão do mercado, enquanto o afastamento das médias móveis sugere possibilidade de correção antes de novos avanços.
No curto prazo, o índice mantém tendência de alta, sustentado pelas médias móveis, mas a lateralização recente após atingir a máxima do ano pode indicar tanto acumulação para um novo impulso quanto exaustão. Caso supere a resistência imediata em 133.900/135.715 pontos, o Ibovespa pode mirar a máxima histórica de 137.469 pontos e, posteriormente, as regiões de 139.500/140.830 pontos. Por outro lado, uma queda abaixo de 130.990 pontos pode desencadear correção para suportes em 127.900/125.365 pontos ou até retestar a mínima do ano.
O mercado aguarda com atenção os próximos movimentos do Ibovespa, que definirão se o índice consolidará sua trajetória de alta ou sofrerá uma correção mais acentuada. Análises técnicas destacam suportes e resistências-chave, enquanto investidores monitoram sinais de rompimento ou reversão para ajustar estratégias. A semana atual é vista como pivotal para determinar o próximo capítulo da trajetória do principal índice da bolsa brasileira.