A seleção brasileira viveu um de seus momentos mais sombrios na última terça-feira (25), ao ser derrotada por 4 a 1 pela Argentina, em Buenos Aires, pela 14ª rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo. O resultado marcou a pior performance do time desde o 7 a 1 sofrido contra a Alemanha nas semifinais da Copa de 2014, reacendendo debates sobre a crise atual do futebol nacional. A goleada também colocou em evidência as comparações com as piores derrotas históricas do Brasil contra os arquirrivais, como os placares de 5 a 1 em 1939 e 1940.
A repercussão do jogo foi imediata, com críticas severas ao desempenho da equipe e à gestão da entidade responsável pelo futebol nacional. Em um programa esportivo, analistas destacaram a insatisfação com a situação atual, questionando desde a escalação de jogadores pouco conhecidos até decisões passadas relacionadas à comissão técnica. O tom das críticas refletiu o descontentamento generalizado entre torcedores e especialistas.
O resultado também reavivou memórias de fracassos anteriores, como a “maldição do gato”, associada a uma série de derrotas recentes da seleção. Embora a partida contra a Argentina não tenha sido a pior da história em termos de placar, o contexto atual de instabilidade e a rivalidade tradicional amplificaram o impacto da derrota. O episódio serve como um alerta para a necessidade de mudanças estruturais e uma revisão de estratégias para recuperar o prestígio do futebol brasileiro.