Lewis Hamilton iniciou sua nova fase na Fórmula 1, pilotando pela Ferrari no GP da Austrália, marcando a primeira vez desde 2013 que o heptacampeão mundial não competiu com a Mercedes. Mesmo com uma performance modesta, terminando em 10º lugar, Hamilton despertou a admiração de fãs e especialistas, como o narrador Galvão Bueno, que o comparou com Ayrton Senna. Durante sua participação no Jornal da Band, Galvão recordou uma conversa com Senna, na qual o piloto brasileiro expressou o desejo de correr pela Ferrari no final de sua carreira, algo que Hamilton agora realiza ao ingressar na equipe italiana.
Galvão revelou que Senna, antes de sua trágica morte em 1994, conversou sobre seus planos de futuro, que incluíam uma mudança para a Ferrari após conquistar títulos pela Williams. Na época, Senna estava focado em alcançar seu quinto título mundial, algo que ele acreditava ser necessário antes de ingressar na escuderia de Maranello. Esse desejo não se concretizou devido à sua morte precoce, mas o narrador afirmou que a trajetória de Hamilton na Ferrari é semelhante ao que Senna idealizava para si. Além disso, em 2020, o ex-presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo, revelou seu arrependimento por não ter contratado Senna para a equipe.
Hamilton, aos 40 anos, decidiu se juntar à Ferrari em 2024, após uma carreira vitoriosa na Mercedes. Apesar de não pensar em aposentadoria, ele reconheceu que ainda precisa de ajustes para adaptar seu estilo de pilotagem à nova escuderia. Após o GP da Austrália, Hamilton expressou frustração com seu desempenho, mas se prepara para a próxima corrida, no GP da China, buscando melhorar e superar seu companheiro de equipe Charles Leclerc.