O governador de São Paulo afirmou que o governo federal está excessivamente focado em questões eleitorais, em detrimento de temas prioritários como o envelhecimento da população, inteligência artificial e reformas políticas. Durante participação em um evento de investimentos, ele destacou que a energia política está sendo dispersa em assuntos que não contribuem para o avanço do país, citando como exemplo o recente julgamento de uma figura política que dominou a pauta nacional. Para ele, o Brasil precisa de “pacificação” e maior atenção a desafios estruturais.
O governador também elogiou as medidas econômicas adotadas pelo presidente da Argentina, destacando a redução da inflação e o aumento do fluxo de capital como resultados de políticas de austeridade. Apesar dos desafios cambiais, ele afirmou que o país vizinho está mostrando sinais de recuperação. Suas declarações reforçam uma visão alinhada com reformas fiscais e crescimento econômico, sem entrar em confronto direto com instituições ou processos judiciais.
Embora tenha defendido publicamente uma importante liderança política após uma decisão judicial, o governador evitou críticas às instituições ou ao sistema eleitoral, diferenciando-se do tom adotado por outros aliados. Sua abordagem manteve um discurso mais conciliador, enfatizando a necessidade de o país superar divisões e priorizar agendas de desenvolvimento.