Um membro ativo de um serviço tecnológico norte-americano, associado a uma iniciativa liderada por Elon Musk, teria fornecido suporte técnico a um grupo de criminosos cibernéticos, segundo registros digitais analisados pela Reuters. O indivíduo, que atuava como assessor em agências governamentais dos EUA, administrava uma empresa que prestava serviços a um site vinculado a atividades ilegais, incluindo vazamento de dados e perseguição a um agente do FBI. A conexão foi confirmada por mensagens públicas e registros de internet, embora o envolvimento direto em crimes não tenha sido verificado de forma independente.
O grupo cibercriminal, conhecido como EGodly, divulgou informações pessoais de autoridades e alegou ter invadido contas de e-mail e sequestrado números de telefone. Em um caso documentado, compartilharam detalhes privados de um agente federal aposentado, incluindo imagens de sua residência. A Reuters autenticou parte do material, mas não confirmou as alegações de atividades criminosas. O FBI e as agências envolvidas se recusaram a comentar o caso.
Especialistas em segurança cibernética expressaram preocupação com a proximidade temporal entre as atividades do funcionário e o grupo criminoso. A situação levanta questões sobre os processos de seleção e monitoramento em iniciativas que têm acesso a redes governamentais sensíveis. A empresa vinculada ao indivíduo encerrou suas operações, e o canal de comunicação do EGodly está inativo há um ano, mas o caso permanece sob escrutínio devido às suas implicações para a segurança nacional.