No sábado (1), mais um caso de feminicídio foi registrado em Mato Grosso do Sul, desta vez no bairro Aero Rancho, em Campo Grande. A vítima, uma mulher de 41 anos, foi brutalmente agredida com pedras e teve o corpo queimado pelo companheiro durante uma briga. O suspeito foi preso em flagrante e a vítima é a sexta mulher assassinada no estado em 2025, em uma série de homicídios de mulheres que tem chamado a atenção das autoridades.
Os primeiros casos de feminicídios do ano começaram em fevereiro, com a morte de duas mulheres em Caarapó e a brutalidade dos crimes continuou a ser registrada com o assassinato de uma indígena e de uma jornalista. Em cada caso, o agressor foi, em sua maioria, um parceiro da vítima. A morte da jornalista, que havia solicitado uma medida protetiva contra o ex-noivo, gerou discussões sobre as falhas no sistema de proteção às mulheres em situações de violência.
Além disso, outros casos, como o de uma jovem baleada pelo ex-marido em Água Clara e de uma mulher em Jutí, que teria sido arrastada e esganada, evidenciam a gravidade e a diversidade das formas de violência contra a mulher no estado. Com o aumento da violência, autoridades seguem a investigar e buscar formas de prevenir novos homicídios, destacando a importância de um sistema de apoio mais eficaz para as vítimas.