No dia 1º de dezembro de 2024, Bruno Willian Ambrósio Figueiredo, de 30 anos, faleceu durante um procedimento de internação à força para uma clínica de reabilitação em Leme, SP. Segundo relatos da família, ele foi submetido a golpes de mata-leão por uma equipe de remoção enquanto estava sendo transportado. Bruno teria reagido à abordagem, o que levou à utilização de força para contê-lo. A causa da morte, conforme laudo médico, foi asfixia mecânica.
A família de Bruno, profundamente abalada, busca justiça, alegando que a morte de seu ente querido foi um ato de violência injustificável. O pai de Bruno expressou indignação, afirmando que a situação deixou a família sem apoio e sem respostas claras. Eles relatam dificuldades financeiras e emocionais, principalmente com a avó do jovem, que está devastada pela perda.
A empresa responsável pela internação, Torino Remoções, justificou o uso da força devido à agressividade de Bruno. A advogada da empresa afirmou que os funcionários envolvidos possuíam experiência e treinamento adequados para lidar com a situação. Entretanto, a investigação segue sem respostas definitivas, e os responsáveis pela ação ainda não foram identificados ou presos. A Secretaria de Segurança Pública não forneceu atualizações sobre o caso até o momento.