O ex-presidente reafirmou sua posição como principal nome da direita para as eleições de 2026, durante entrevista em Brasília. Ele ironizou a possibilidade de outros candidatos, mencionando seu nome completo e reafirmando sua disposição de continuar na disputa política. A declaração ocorreu após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que o tornou réu por tentativa de golpe de Estado, junto com outros aliados, acusados de crimes como organização criminosa e tentativa de subverter a democracia.
O ex-mandatário também está inelegível até 2030 por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), devido a condenações por abuso de poder e uso indevido de meios de comunicação nas eleições de 2022. Apesar disso, ele insiste em se referir como candidato, declarando em recente participação pública que só deixaria a política “depois de morto”.
Durante a coletiva de imprensa, um manifestante interrompeu a fala do ex-presidente tocando uma marcha fúnebre no trompete, gerando reações entre presentes. O processo no STF segue em andamento e deve definir, ainda este ano, se as acusações serão confirmadas. Enquanto isso, aliados públicos defendem sua inocência, afirmando que a verdade prevalecerá.