O ex-presidente afirmou que a decisão do STF de condenar uma deputada federal por perseguição armada durante as eleições de 2022 foi uma injustiça, embora tenha reconhecido que ela cometeu um erro. Ele destacou que o incidente prejudicou sua campanha na época, criticando o uso de arma durante o episódio. A declaração foi dada no mesmo dia em que o ex-mandatário se tornou réu em um inquérito sobre alegações de tentativa de golpe em 2022, após a PGR apresentar denúncia aceita por unanimidade pela 1ª Turma do STF.
O STF já formou maioria para condenar a parlamentar, com seis dos onze ministros votando a favor. A pena pode chegar a cinco anos e três meses de prisão, além da perda do mandato. O julgamento foi interrompido temporariamente após um pedido de vista, mas o placar parcial indica tendência à condenação.
O caso continua sob análise, com repercussões políticas e jurídicas. Enquanto isso, o ex-presidente enfrenta processos separados, marcando um momento de tensão institucional. As decisões judiciais envolvendo figuras públicas têm gerado debates sobre justiça e imparcialidade no cenário político brasileiro.