O governo dos Estados Unidos anunciou a proibição de entrada no país de dois ex-líderes argentinos, uma medida ligada a alegações de corrupção significativa durante o período em que ocuparam cargos públicos. Segundo o secretário de Estado, a proibição também se estende aos familiares imediatos dos envolvidos, como parte de uma ação mais ampla contra abusos de poder.
De acordo com as informações divulgadas, os ex-integrantes do governo argentino foram acusados de orquestrar esquemas de suborno relacionados a contratos de obras públicas, o que resultou em prejuízos financeiros significativos ao Estado. A decisão foi tomada com base em investigações que apontaram o uso indevido de suas funções para obter vantagens pessoais.
Em sua declaração, o secretário de Estado reafirmou o compromisso dos Estados Unidos em promover a responsabilização de indivíduos envolvidos em corrupção, especialmente em posições de poder, destacando o empenho contínuo na luta contra a corrupção em nível global. A medida também reflete a postura firme dos EUA diante de práticas ilícitas no cenário político internacional.