A operação militar dos Estados Unidos no Iémen, iniciada há pouco mais de uma semana, tem como objetivo desmantelar a capacidade de ataque dos rebeldes houthis, um grupo aliado ao Irã. De acordo com o assessor de segurança nacional da Casa Branca, Mike Waltz, os ataques dos EUA resultaram na morte de líderes importantes do grupo, incluindo um especialista em mísseis. Os bombardeios visaram diversos alvos estratégicos, como quartéis-generais, centros de comunicação e instalações de produção de armas e drones, com foco na interrupção das ameaças de ataque à navegação no Mar Vermelho.
A operação foi ordenada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após os houthis anunciarem planos de intensificar ataques a navios cargueiros no Mar Vermelho em meio ao conflito em Gaza. Esta ação marca a maior operação militar dos EUA na região desde o retorno de Trump à Casa Branca, colocando pressão sobre o grupo aliado ao Irã para cessar suas ofensivas contra embarcações comerciais.
Segundo fontes do governo americano, os ataques no Iémen podem se estender por semanas, à medida que os Estados Unidos também aumentam as sanções contra o Irã, com o intuito de forçar o país a negociar seu programa nuclear. A decisão de lançar os bombardeios foi amplamente justificada pela necessidade de proteger o comércio marítimo internacional e a segurança regional.