O governo dos Estados Unidos anunciou uma missão diplomática com a presença de altos representantes, incluindo o conselheiro de segurança nacional e o secretário de Estado, para discutir a resolução do conflito na Ucrânia. A equipe viajará para a Arábia Saudita, onde negociações acontecerão no próximo domingo, 23 de março, na cidade de Jeddah. A medida vem após uma recente conversa entre os líderes dos EUA e da Rússia, Donald Trump e Vladimir Putin, que discutiram as condições para um cessar-fogo parcial. A Rússia, por sua vez, estabeleceu exigências, como a interrupção completa da ajuda militar ocidental à Ucrânia, como condição para a paz.
Em paralelo, a Ucrânia aceitou a proposta de trégua parcial, embora ainda não tenha sido formalmente acordada. A Rússia sugeriu uma série de condições adicionais, como a interrupção do recrutamento forçado de ucranianos e o controle efetivo sobre o cessar-fogo nas linhas de frente. Além disso, o Kremlin destacou a necessidade de garantias de segurança, como a não adesão da Ucrânia à OTAN e o controle das áreas ocupadas. Enquanto isso, líderes internacionais expressaram preocupações sobre a continuidade da guerra e a necessidade urgente de uma solução diplomática.
A situação permanece tensa, com a Rússia e os países ocidentais em desacordo sobre várias questões chave, incluindo a soberania ucraniana e as sanções impostas ao Kremlin. Apesar das dificuldades, as negociações em Jeddah representam uma tentativa significativa de se aproximar de um acordo, com expectativa de um compromisso internacional mais robusto para encerrar o conflito de forma pacífica.