O empresário foi condenado a uma pena total de 11 anos, 4 meses e 1 dia de reclusão, além de 4 anos, 10 meses e 4 dias de detenção, devido a crimes ambientais e corrupção. A sentença também inclui uma multa de aproximadamente R$ 570 mil. A defesa do réu argumentou que houve falhas no processo judicial e afirmou que irá recorrer da decisão.
Em 2016, o empresário foi responsável por um desmatamento ilegal em uma área preservada em São Lourenço da Serra, o que causou inundações e danos à população local. Além disso, ele foi acusado de tentar subornar servidores públicos para conseguir a liberação de um empreendimento na região, o que resultou em sua prisão em maio de 2018.
O caso, que envolveu práticas ilegais de desmatamento e corrupção, trouxe à tona questões sobre a gestão ambiental e os impactos de atividades empresariais em áreas protegidas. A decisão judicial e as acusações levantaram discussões sobre a responsabilização de empresários em casos envolvendo crimes ambientais e tentativa de suborno de autoridades.