O texto destaca a importância do professor e da interação humana no processo educacional, algo que a tecnologia ainda não consegue replicar. Embora ferramentas como a inteligência artificial sejam valiosas para despertar interesse e facilitar o acesso ao conhecimento, elas não substituem a troca de emoções, empatia e afeto que ocorrem em sala de aula. A presença do educador é essencial, especialmente no desenvolvimento de habilidades sociais, cognitivas e emocionais das crianças e jovens.
Por outro lado, a tecnologia é vista como um catalisador do aprendizado, tornando as aulas mais atrativas e estimulantes. No entanto, seu uso excessivo pode levar a dependência, distração e até problemas de saúde, como fadiga visual e dores de cabeça. O equilíbrio entre o presencial e o digital é fundamental, e o professor tem um papel central em mediar essa relação, garantindo que a tecnologia seja uma aliada, e não um obstáculo, no processo educativo.
O texto conclui que, apesar dos benefícios da tecnologia, ela deve ser usada com moderação. A educação de qualidade depende da harmonia entre inovação e humanização, onde o professor continua sendo insubstituível. A chave está em aproveitar o melhor dos dois mundos, sem perder de vista o valor da conexão humana e do desenvolvimento integral dos estudantes.