O governo dos Estados Unidos, sob a administração de Donald Trump, liberou recentemente milhares de páginas de documentos relacionados ao assassinato de John F. Kennedy, o 35º presidente do país, que foi morto em Dallas, Texas, em novembro de 1963. A liberação desses arquivos vem após décadas de espera por parte do público e dos estudiosos do caso, que busca entender melhor as circunstâncias que envolveram sua morte.
Durante uma visita ao Kennedy Center, Trump afirmou que a liberação dos documentos havia sido uma decisão aguardada há muito tempo, e que ele havia dado instruções para que as informações fossem organizadas por uma equipe de diversas pessoas, sob a liderança do diretor de inteligência nacional. A expectativa em torno desses arquivos é alta, com muitos acreditando que novos detalhes possam surgir e lançar luz sobre o que realmente aconteceu na época.
No entanto, especialistas têm expressado dúvidas sobre o impacto que essas novas informações terão na revisão dos fatos que já são conhecidos sobre o caso. Para muitos, a liberação dos documentos pode não alterar as conclusões fundamentais do assassinato, mas, ainda assim, será uma oportunidade para analisar dados históricos que, por décadas, permaneceram inacessíveis ao público geral.