Uma parlamentar afirmou que o resultado das eleições presidenciais de 2022 não foi determinado por um incidente envolvendo uma perseguição com arma de fogo, contrariando declarações anteriores do ex-presidente. Ela reconheceu que o episódio pode ter influenciado alguns eleitores, mas destacou que outros fatores foram decisivos para o resultado. A declaração foi feita após o ex-presidente atribuir a derrota ao caso, o que, segundo a deputada, a deixou profundamente entristecida e contribuiu para problemas de saúde mental.
O caso em questão resultou em uma condenação por porte ilegal de arma e constrangimento, com pena prevista de mais de cinco anos de prisão. A decisão, ainda não finalizada, pode levar à perda do mandato da parlamentar. Ela defendeu-se alegando que possuía porte legal de arma na ocasião e expressou arrependimento pela forma como agiu, sugerindo que poderia ter evitado o confronto.
Enquanto isso, o ex-presidente classificou a condenação como injusta, argumentando que a pena foi exagerada. O julgamento no STF ainda aguarda votos de alguns ministros, e a defesa da parlamentar planeja recorrer da decisão. O caso continua a gerar debates sobre seus possíveis impactos políticos e jurídicos.