O presidente dos Estados Unidos assinou um decreto que altera as regras do sistema eleitoral do país, citando o Brasil e a Índia como exemplos de segurança no processo de votação. O documento destaca o uso de bancos de dados biométricos para identificar eleitores, contrastando com o sistema americano, que ainda depende amplamente da autodeclaração de cidadania. A medida visa exigir comprovação de cidadania para votar, com o objetivo de evitar interferência de estrangeiros nas eleições.
O decreto determina que departamentos federais, como Segurança Interna e Estado, forneçam acesso a bancos de dados para verificação de cidadania. Caso um imigrante ilegal ou estrangeiro tente se registrar para votar, o secretário de Segurança Nacional deve informar o Procurador-Geral em até 90 dias. Além disso, o texto condiciona repasses de verbas federais aos estados que seguirem as novas regras, incluindo a proibição de contabilizar votos recebidos após o Dia da Eleição.
O documento critica estados que ainda contam votos enviados após a data oficial, comparando a prática a permitir que eleitores votem pessoalmente dias depois do pleito. A mudança busca reforçar a integridade do sistema eleitoral, inspirada em modelos como o brasileiro, que utiliza biometria para evitar fraudes. A ação reflete preocupações com a segurança do processo democrático, embora o tema ainda gere debates sobre acesso ao voto e fiscalização.