Um estudante de criminologia de 20 anos foi condenado à prisão perpétua, com um período mínimo de 39 anos, pelo assassinato de uma mulher em uma praia de Dorset. O jovem passou meses planejando o crime, pesquisando métodos para escapar da justiça e chegou a consultar professores universitários sobre como um assassino poderia evitar ser pego. Para o ataque, ele utilizou luvas de látex, um balaclava, lenços umedecidos e um cortador de unhas na tentativa de apagar vestígios.
A vítima, uma mulher de 34 anos, foi esfaqueada durante o ataque premeditado. As investigações revelaram que o estudante tinha um fascínio por facas e havia se preparado meticulosamente para cometer o crime. O caso chocou a comunidade local e levantou discussões sobre os riscos associados a indivíduos que buscam conhecimento acadêmico em criminologia com intenções violentas.
O tribunal destacou a gravidade do crime, enfatizando o caráter calculista e a tentativa de evitar a captura. A sentença reflete a necessidade de justiça e a proteção da sociedade contra atos de violência extremamente planejados. O caso serve como um alerta sobre a importância de monitorar comportamentos suspeitos, mesmo em ambientes acadêmicos.