A China encerrou sua reunião anual do Congresso Nacional do Povo sem apresentar soluções definitivas para reverter a desaceleração de sua economia. O futuro do país, como maior potência asiática, depende de como o Partido Comunista implementará suas ações nos próximos meses. A guerra comercial com os Estados Unidos ainda é uma variável importante, o que torna o cenário econômico incerto.
O presidente Xi Jinping tem demonstrado interesse em fortalecer as empresas privadas, que desempenham um papel crucial no crescimento e na geração de empregos. O premiê Li Qiang anunciou medidas para ampliar o acesso das empresas privadas a empréstimos e aumentar o financiamento por meio da emissão de títulos, com o objetivo de revitalizar o setor.
A crise imobiliária prolongada afetou a confiança do consumidor e das empresas, diminuindo a vitalidade econômica. Além disso, a guerra tarifária com os Estados Unidos, iniciada por Donald Trump, aprofundou os desafios econômicos, tornando o cenário ainda mais complicado para a segunda maior economia do mundo.