Nos últimos dias, uma nova trend tomou conta das redes sociais, especialmente no X (antigo Twitter): a criação de imagens no estilo Studio Ghibli usando o ChatGPT. A atualização do GPT-4o, lançada em 25 de março, permitiu que usuários transformassem fotos pessoais, memes e até eventos históricos em obras que remetem às animações do renomado estúdio japonês. A demanda foi tão alta que a OpenAI precisou limitar temporariamente a geração de imagens devido à sobrecarga do sistema.
Text: Para participar da trend, basta acessar o ChatGPT, fazer upload de uma imagem e usar prompts específicos que orientem a IA a recriar a foto com traços delicados, cores suaves e a atmosfera característica dos filmes de Studio Ghibli, como “A Viagem de Chihiro” e “Meu Amigo Totoro”. A ferramenta também permite criar imagens originais sem referências, apenas com descrições textuais. No entanto, a popularidade da trend reacendeu debates sobre os limites éticos do uso de IA na arte.
Text: A polêmica envolve questões como direitos autorais e a autenticidade da criação artística, especialmente após críticas de Hayao Miyazaki, cofundador do Studio Ghibli, que já expressou descontentamento com a IA. Enquanto isso, plataformas alternativas, como Gemini e Grok, surgem como opções para quem busca resultados similares. A discussão reflete os desafios de equilibrar inovação tecnológica e respeito à produção artística humana.