O chanceler confirmou cortes de £4,8 bilhões em benefícios sociais durante a declaração de primavera, afirmando que a prioridade era restaurar a estabilidade das finanças públicas. A medida gerou debates, especialmente após comentários comparando benefícios para pessoas com deficiência a “mesada”. A analogia foi considerada infeliz e levou a pedidos de esclarecimentos.
Em resposta às críticas, Reeves reconheceu que a comparação foi desajeitada e destacou que o autor se desculpou adequadamente. A situação destacou a sensibilidade em torno de discussões sobre políticas de bem-estar social, especialmente em um contexto de austeridade.
O episódio ilustra os desafios de comunicar reformas econômicas sem minimizar as dificuldades enfrentadas por grupos vulneráveis. Enquanto o governo insiste na necessidade de equilíbrio fiscal, a oposição e defensores de direitos sociais pressionam por maior compaixão nas políticas públicas.