A British Council tem enfrentado críticas por supostamente explorar centenas de professores contratados por agências com contratos de zero horas. De acordo com uma carta aberta de professores, os tutores que trabalham na plataforma English Online, que oferece aulas para mais de 45 mil alunos ao redor do mundo, não têm garantidos horários regulares de trabalho. Isso significa que os profissionais são forçados a competir entre si semanalmente para conseguir aulas, o que resulta em uma situação instável e imprevisível.
Os tutores mencionam que, apesar de prestarem serviços para uma instituição de renome e terem acesso a uma grande base de alunos, a falta de um horário fixo compromete sua estabilidade financeira e profissional. Além disso, a natureza dos contratos de zero horas, onde não há garantia de número mínimo de aulas ou pagamento, gera incertezas constantes para os trabalhadores.
A British Council, uma das maiores e mais importantes organizações educacionais do mundo, oferece programas de ensino de inglês e outras línguas por meio de plataformas online. No entanto, a acusação de exploração de trabalhadores vem gerando discussões sobre a ética dessas práticas, especialmente em uma instituição que se apresenta como um exemplo de excelência na educação global.