O Brasil é um dos maiores consumidores de plástico no mundo, com mais de 10,3 milhões de toneladas consumidas anualmente. Além disso, o país importa 12 mil toneladas de resíduos plásticos, o que agrava ainda mais a gestão inadequada de resíduos. Uma pesquisa global revelou que 85% da população acredita que um tratado internacional sobre poluição plástica deve proibir o uso de materiais sintéticos descartáveis. O impacto desse consumo é alarmante, com cerca de 3,4 milhões de toneladas de plásticos sendo despejadas no mar a cada ano, afetando gravemente os ecossistemas marinhos e as comunidades costeiras.
Além dos danos ambientais, os microplásticos estão amplamente espalhados pelo ambiente, prejudicando a saúde humana e a vida selvagem. Embora seja impossível eliminar totalmente sua presença, há ações simples que podem ajudar a reduzir os impactos negativos. Por exemplo, substituir utensílios plásticos por alternativas não tóxicas, como os feitos de madeira ou aço inoxidável, e evitar o uso de plástico em contato com alimentos quentes ou ácidos são medidas que podem ajudar a diminuir a liberação de substâncias químicas prejudiciais.
É urgente que a sociedade tome consciência dos impactos do consumo excessivo de plástico e busque soluções alternativas. Embora mudanças individuais, como a substituição de utensílios e a redução do uso de plástico, não resolvam o problema global, elas podem contribuir significativamente para a diminuição da poluição plástica e seus efeitos nocivos sobre o meio ambiente e a saúde pública. A conscientização e a adoção de alternativas sustentáveis são passos fundamentais para um futuro mais saudável e equilibrado.