A Aurora da Amazônia está envolvida em uma disputa judicial para obter a permissão para operar o Porto Seco de Anápolis, e a empresa tem intensificado sua pressão sobre órgãos públicos para regularizar a construção de seu pátio na cidade. Com irregularidades ambientais detectadas e a modificação não autorizada de uma rodovia estadual, a companhia recorre a uma estratégia agressiva, acusando o governo estadual e a prefeitura de Anápolis de obstruir a liberação das licenças necessárias.
A construção do empreendimento, que já avançou mesmo com embargos e a constatação de possíveis crimes ambientais, não conta com a autorização da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego) para o uso do terreno, o que pode configurar uma invasão de área pública. A empresa também responde a acusações de falsidade ideológica por utilizar documentos falsificados para obter permissões. Além disso, enfrenta investigação por seu envolvimento em possíveis práticas de lobby e favorecimento no âmbito do DNIT.
A licitação para a operação do Porto Seco de Anápolis está em disputa judicial, com a atual gestão permitindo que os serviços continuem sendo prestados até que uma decisão final seja tomada. A Aurora, com uma trajetória controversa em outras operações, segue pressionando as autoridades locais para regularizar sua situação, enquanto a disputa judicial pelo controle do porto continua a ser um tema de tensão na região.