O sedentarismo é apontado como um fator de risco para o aumento de casos de depressão, enquanto a prática regular de atividade física tem demonstrado reduzir as chances de incidência da doença. O padre Chrystian Shankar, de Divinópolis (MG), destacou em um sermão viral que o exercício pode ser eficaz no tratamento da depressão, especialmente quando a causa está relacionada ao estilo de vida sedentário. Ele acredita que a movimentação física é fundamental para melhorar o bem-estar mental, com benefícios que incluem melhor qualidade de sono e aumento da disposição para atividades cotidianas.
Diversos estudos científicos confirmam que a prática regular de exercícios físicos pode ajudar no tratamento da depressão, especialmente em casos leves e moderados. Especialistas recomendam pelo menos 150 minutos de exercício por semana, com o objetivo de manter os pacientes motivados e engajados no tratamento. Embora a evidência seja sólida em relação aos exercícios aeróbicos, outras formas, como a musculação, também têm demonstrado benefícios. A adesão ao exercício pode ser desafiadora durante crises agudas de depressão, mas os benefícios a longo prazo são amplamente reconhecidos.
Pesquisas indicam que a atividade física tem um efeito antidepressivo significativo, com benefícios que vão desde a redução dos sintomas da depressão até a prevenção de novos episódios. Programas de exercícios estruturados, associados ao tratamento farmacológico e terapias, têm mostrado resultados promissores, com melhorias visíveis em semanas de tratamento. Especialistas alertam que a combinação de uma vida saudável, incluindo dieta balanceada, sono adequado e atividades físicas, é crucial para o tratamento de doenças mentais, incluindo a depressão.