O ano de 2025 está sendo projetado como um marco para a transformação no setor de pagamentos, impulsionado pela convergência de inovações tecnológicas e regulatórias. No Brasil, a consolidação do Drex, a expansão do Pix e a implementação de novos padrões de open finance prometem transações mais rápidas, seguras e acessíveis. Além disso, a adoção de biometria, dispositivos vestíveis e inteligência artificial deve revolucionar a experiência de consumidores e empresas, enquanto a interoperabilidade global facilitará pagamentos internacionais e reduzirá custos operacionais.
Apesar dos avanços, desafios persistem, como a resistência de parte da população ao Pix, motivada por preocupações com segurança e desinformação. Para superar isso, especialistas destacam a necessidade de educação financeira, reforço nas camadas de proteção contra fraudes e funcionalidades que aumentem a confiança do usuário. Medidas como limites dinâmicos de transação, autenticação biométrica e notificações em tempo real já estão em prática e devem evoluir, assim como a integração de pagamentos digitais em serviços essenciais, como transporte público e benefícios sociais.
A digitalização também traz impactos ambientais positivos, reduzindo o uso de papel-moeda e incentivando transações mais sustentáveis. Fintechs e bancos estão incorporando ferramentas que permitem aos usuários monitorar e compensar sua pegada de carbono. Com a COP30 no horizonte, o setor enfrenta o desafio de preparar infraestrutura para receber estrangeiros, incluindo opções de pagamento diversificadas e suporte multilíngue. Melhorias na experiência do usuário, como atendimento por IA e inclusão digital, são essenciais para garantir que todos possam aproveitar os benefícios dessa revolução.