O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou o aumento de 25% nas tarifas de importação de aço e alumínio, sem exceções para nenhum país. Esse movimento faz parte da sua estratégia de guerra comercial, afetando especialmente os principais exportadores desses metais, como Canadá e México. Embora o republicano tenha aplicado tarifas semelhantes anteriormente, ele abriu exceções para países como Brasil, Reino Unido e Japão, o que não ocorrerá nesta nova fase. Esse aumento no custo do aço e alumínio já impactou o mercado financeiro, com altas nas ações de empresas siderúrgicas e no preço das matérias-primas.
Em resposta, líderes mundiais reagiram de maneiras variadas. A Comissão Europeia e os governos da Alemanha e da França se mostraram prontos para retaliar as novas tarifas de Trump. Enquanto a França destacou a importância de manter um bom relacionamento com os EUA, a Alemanha adotou um tom mais firme, avisando que as tarifas podem gerar medidas de retaliação. No México, a presidente do país pediu cautela nas reações. Já na Coreia do Sul, as lideranças convocaram reuniões de emergência para discutir como minimizar os efeitos das tarifas sobre suas economias.
No lado interno dos Estados Unidos, especialistas alertam para o impacto das novas tarifas sobre os consumidores americanos, com aumento de preços em produtos como veículos e componentes eletrônicos. O presidente dos EUA ainda promete anunciar novas tarifas recíprocas para seus parceiros comerciais nos próximos dias, sinalizando a continuidade de uma política de protecionismo e de desafios econômicos globais.