Durante o Super Bowl, um evento com grande audiência nos Estados Unidos, uma marca de roupas lançou uma camiseta com a suástica, vendida por US$ 20. O símbolo, historicamente relacionado ao nazismo, gerou polêmica devido à sua associação com grupos extremistas e ideologias de extrema-direita. O uso da suástica é permitido nos Estados Unidos, pois a Constituição garante a liberdade de expressão, o que inclui o uso de símbolos considerados ofensivos, como a suástica, de acordo com decisões jurídicas anteriores.
Em contraste, em países como Brasil e Alemanha, o uso de símbolos nazistas é severamente proibido. No Brasil, a legislação estipula pena de até cinco anos de prisão para quem fabricar, vender ou divulgar a suástica ou outros emblemas nazistas. Na Alemanha, a lei é ainda mais rigorosa, com exceção apenas para contextos artísticos ou educacionais. A diferença nas leis entre os países reflete as variações culturais e históricas relacionadas ao símbolo.
Porém, é importante destacar que em algumas culturas, como no Japão, a suástica tem um significado completamente diferente e está associada ao budismo, não possuindo a mesma conotação negativa. Isso evidencia como o contexto histórico e cultural pode influenciar a percepção e o uso do mesmo símbolo em diferentes regiões do mundo.