O Super Bowl, que acontecerá neste domingo (09), entre o Philadelphia Eagles e o Kansas City Chiefs, é mais do que um simples jogo de futebol americano. O evento reflete um gigantesco negócio global, com os dois times figurando entre as franquias esportivas mais valiosas do mundo. Enquanto os Eagles ocupam a 12ª posição nesse ranking, os Chiefs, apesar de seu sucesso esportivo, ainda enfrentam desafios financeiros. A competição também envolve grandes nomes do esporte, como Patrick Mahomes e Travis Kelce, que ganham milhões, além dos lucrativos contratos de patrocinadores e anunciantes.
Os custos para anunciar durante o Super Bowl são altíssimos, com espaços de 30 segundos valendo até US$ 8 milhões (aproximadamente R$ 46,16 milhões). Mesmo com uma ligeira queda na audiência de TV, a NFL segue dominando as transmissões, com 72 dos 100 programas mais assistidos de 2024. A cobertura do evento, especialmente pela Fox, é cada vez mais intensificada, e os fãs também podem apostar em estatísticas individuais dos jogadores, aumentando ainda mais o potencial financeiro do evento. Além disso, a cidade-sede, Nova Orleans, se prepara para uma enxurrada de marketing, com altos preços sendo cobrados em passagens aéreas e ingressos.
O espetáculo do Super Bowl inclui também grandes apresentações musicais, como a de Kendrick Lamar, que se apresenta no intervalo sem cachê, mas com a possibilidade de ganhos futuros. Para o cantor, a visibilidade gerada pode resultar em benefícios financeiros a longo prazo. No fim das contas, o Super Bowl se confirma como o maior evento esportivo e financeiro do mundo, com um impacto que vai além dos limites do campo, atingindo diversos setores da economia global.