O Secretário de Defesa do Reino Unido, John Healey, anunciou uma reforma significativa no setor, destacando mudanças nos processos e orçamentos, com a promessa de economizar até £10 bilhões nos próximos dez anos. Ele afirmou que, embora o país tenha pessoas extraordinárias em suas forças armadas, a falta de responsabilidade direta e os obstáculos burocráticos têm prejudicado seu desempenho. Essas reformas visam simplificar as linhas de comando e a gestão de recursos, promovendo maior eficiência.
O Secretário de Transportes, Heidi Alexander, sugeriu que o Reino Unido não deve descartar a possibilidade de enviar tropas para a Ucrânia em missões de pacificação, refletindo uma postura mais flexível em relação ao apoio internacional. Em outro setor, a taxa de desemprego no Reino Unido permaneceu estável em 4,4% nos três meses até dezembro, com a Secretária de Trabalho e Pensões, Liz Kendall, destacando o crescimento salarial, embora reconhecendo que muitos ainda enfrentam dificuldades para ingressar no mercado de trabalho.
Em Londres, o prefeito Sadiq Khan deve reforçar sua posição de que o Brexit foi um erro, enquanto uma revisão oficial alerta sobre os impactos negativos da excessiva dependência de sentenças prisionais nas políticas de justiça de Inglaterra e País de Gales, que estariam levando o sistema à beira do colapso. No cenário político mais amplo, Nigel Farage, líder do Reform UK, criticou o governo conservador em evento da Alliance for Responsible Citizenship, com a oposição de Kemi Badenoch afirmando que a civilização ocidental pode ser perdida caso o Partido Conservador não mude sua trajetória.