Medir a inteligência de um país é uma tarefa complexa, mas a World of Card Games elaborou um ranking com base em indicadores reconhecidos internacionalmente. A metodologia considerou dados de fontes como a Organização do Prêmio Nobel, World Population Review, e o Departamento de Censo dos Estados Unidos, além de analisar o número de indicações ao Nobel, a pontuação média de QI nacional, as classificações universitárias e os níveis de ensino superior alcançados. A Suíça lidera a lista, com uma pontuação de 92,02, destacando-se pelo alto número de indicações ao Prêmio Nobel e seu elevado índice de educação superior.
A pesquisa revelou que a maioria dos países mais inteligentes está na Europa, com exceção dos Estados Unidos, que ocupa o terceiro lugar. O Reino Unido, com uma pontuação de 89,40, ocupa a segunda posição, enquanto os Países Baixos e a Finlândia são destaque em termos de QI médio, superando a marca dos 100 pontos. Por outro lado, a Alemanha, apesar de sua relevância acadêmica e grandes contribuições ao Nobel, está abaixo na classificação devido ao baixo percentual de sua população com ensino superior completo.
Embora o ranking forneça uma visão sobre a inteligência global, ele não é definitivo. A inteligência é multifacetada e vai além de prêmios e índices de QI, abrangendo aspectos como liberdade acadêmica, oportunidades de aprendizado e diferentes formas de resolver problemas. A pesquisa sugere que, embora os indicadores possam ajudar a classificar os países, a diversidade de abordagens educacionais e culturais também contribui para o desenvolvimento de sociedades mais inteligentes.