Um policial penal foi preso em Rio Verde, Goiás, suspeito de fornecer a arma utilizada no assassinato de um advogado em outubro de 2024. O crime, que envolveu pistoleiros, ocorreu enquanto o suspeito exercia o cargo de diretor do presídio de Mozarlândia. O agente foi detido após investigações que rastrearam a numeração da pistola usada no crime, que foi registrada no celular do acusado.
A prisão ocorreu na BR-070, entre Goiás e Itaberaí, enquanto o policial estava de folga. Durante as diligências, foram encontradas mais armas de fogo na residência do suspeito. A investigação revelou que a arma utilizada no crime havia sido adquirida por ele de um vigilante penitenciário, que confessou tê-la vendido ao policial. Apesar das tentativas de enganar a polícia, as evidências corroboraram o envolvimento do agente no fornecimento de armas a terceiros.
Embora o policial tenha negado qualquer envolvimento com o grupo criminoso responsável pela execução, as investigações apontaram que ele frequentemente fornecia armas a diversas pessoas de seu círculo próximo. A polícia suspeita que a pistola utilizada no homicídio tenha sido uma das fornecidas pelo agente, levando à sua prisão e ao aprofundamento das investigações.