O 1º tenente da Polícia Militar, Marcos José Oliveira de Amorim, foi sepultado no dia 1º de fevereiro, após ser morto em uma operação na favela Furquim Mendes, no Rio de Janeiro. O policial, de 33 anos, foi atingido na cabeça enquanto participava de uma incursão na comunidade, marcando sua morte como o segundo caso de policial militar falecido em operações no Grande Rio em 2025. Amorim estava há 13 anos na Polícia Militar e entrou na corporação em 2011, aos 20 anos.
Em 2015, o tenente já havia enfrentado uma situação extrema, ao ser baleado sete vezes durante um assalto em uma padaria. Mesmo após o grave incidente, ele se recuperou e tentou ingressar como oficial da corporação, passando em todas as etapas do concurso, mas foi reprovado no teste de saúde devido aos ferimentos. Contudo, Amorim obteve sua vaga judicialmente, comprovando sua plena recuperação e capacidade de seguir com a carreira policial.
A decisão judicial favorável foi acompanhada pela desembargadora Regina Lúcia Passos, que argumentou que o policial, embora tivesse sido reprovado no exame de saúde, estava completamente curado das lesões e apto para o trabalho. A sentença garantiu que o PM fosse autorizado a continuar sua progressão na carreira, apesar das dificuldades que enfrentou após o atentado.