O principal assessor do presidente Donald Trump, Elon Musk, fez uma rara aparição pública na Casa Branca para defender as extensas reduções no governo federal, uma medida impulsionada por sua iniciativa para aumentar a eficiência governamental. Musk, acompanhado de seu filho, destacou a necessidade de reformar a burocracia federal, mencionando que, embora erros possam ocorrer, o processo de corte é essencial para a democracia e a reforma do governo. A iniciativa visa uma reestruturação agressiva do setor público, com planos para grandes cortes de funcionários e a eliminação de agências ou componentes considerados desnecessários.
Apesar de seu compromisso com a transparência, o governo tem enfrentado críticas pela falta de informações claras sobre as medidas em andamento, como os cortes específicos e o impacto nas agências. Além disso, a demissão do inspetor-geral da USAID, um dia após alertas sobre a supervisão de bilhões de dólares em fundos humanitários, aumentou as preocupações sobre a falta de supervisão e a opacidade do processo. Musk se defendeu dizendo que erros são naturais em um processo rápido, mas que seriam corrigidos rapidamente.
Em contrapartida, muitos funcionários federais expressam insegurança e receio diante dos cortes e da pressão para aceitar pacotes de demissão voluntária, uma medida em análise judicial. Além disso, líderes sindicais e políticos alertam que essas reformas podem prejudicar a eficiência dos serviços públicos e afetar as famílias de servidores. O ambiente de incerteza tem gerado um clima de medo, com muitos temendo represálias ou dificuldades financeiras, destacando o impacto negativo dessa reestruturação nas vidas dos trabalhadores do governo.