Em fevereiro de 2017, um crime de abuso sexual ocorrido em Nova Crixás, Goiás, levou à condenação de um padre. O acusado, de 49 anos, foi preso após o cumprimento de um mandado de prisão e condenado a 9 anos de prisão em regime fechado em 2023. O crime envolveu o dopamento e abuso de um jovem de 18 anos, que foi à cidade para um trabalho missionário. Após a condenação, o acusado continuou respondendo ao processo em liberdade até o trânsito em julgado.
A vítima, que hoje tem 23 anos, detalhou o ocorrido em entrevista, relatando que foi sedado após consumir um suco oferecido pelo acusado, o que o deixou vulnerável ao abuso físico. Ele relatou ainda que sentiu dor e desconforto nos dias seguintes e que, devido ao ocorrido, passou por momentos difíceis, incluindo depressão e dificuldades pessoais. A denúncia foi feita ao Ministério Público do Rio de Janeiro, e o caso seguiu o trâmite judicial.
A decisão judicial destacou que o acusado se aproveitou de sua posição para ganhar a confiança da vítima e cometer o crime enquanto o jovem estava vulnerável. A Arquidiocese de Goiânia se manifestou sobre o caso, mencionando que o padre fazia parte da Diocese de Miracema do Tocantins, e o acusado segue preso em um presídio local enquanto a defesa tenta contestar o processo.