O conselho de administração da OpenAI rejeitou uma proposta de aquisição no valor de US$ 97,4 bilhões feita por Elon Musk e outros investidores. A oferta visava reverter a transformação da OpenAI em uma organização com fins lucrativos, o que foi criticado por Musk, que defende que a empresa retorne à sua missão original de ser uma entidade de código aberto e com foco em segurança. Em uma declaração pública, o presidente do conselho da OpenAI, Bret Taylor, destacou que a organização seguirá com sua reestruturação para reforçar sua missão de garantir que a inteligência artificial beneficie toda a humanidade.
A OpenAI, fundada inicialmente como uma organização sem fins lucrativos, está em processo de transformação para captar mais recursos e expandir seu impacto no desenvolvimento de IA. Musk, que foi um dos cofundadores da empresa, tem se oposto a essa reestruturação, acusando a OpenAI de priorizar o lucro. A proposta de aquisição de Musk, que poderia ter reconfigurado profundamente o setor de IA, foi rejeitada com firmeza, sendo considerada uma tentativa de desestabilizar a empresa e fortalecer sua própria concorrente, a xAI.
O histórico de desentendimentos entre Musk e a OpenAI é extenso, com disputas legais e críticas mútuas sobre as direções que a empresa deveria tomar. Em 2024, Musk processou a OpenAI, acusando-a de priorizar lucros e de acelerar o desenvolvimento de inteligência artificial geral de maneira irresponsável. No entanto, a OpenAI contesta essas alegações e enfatiza que sua missão permanece voltada para o bem da sociedade, focando na criação de IA que beneficie globalmente.