O chefe da missão da Organização dos Estados Americanos (OEA), Heraldo Muñoz, anunciou que seu relatório incluirá as alegações de alguns candidatos à presidência do Equador, que afirmam não ter concorrido em igualdade de condições contra o atual presidente, Daniel Noboa. Segundo Muñoz, algumas forças políticas expressaram essa opinião, que será mencionada no documento da OEA.
De acordo com a legislação eleitoral do Equador, os ocupantes de cargos públicos que se candidatem à reeleição devem se afastar do cargo durante a campanha. No entanto, Noboa, que busca um novo mandato, não se licenciou da presidência. A lei prevê essa licença como uma medida para garantir a igualdade de condições durante o processo eleitoral.
O presidente Noboa é considerado o favorito nas pesquisas para vencer as eleições, embora exista a possibilidade de um segundo turno, caso enfrente a candidata Luisa González, do partido Revolução Cidadã. Outros 14 candidatos aparecem bem distantes nas intenções de voto, com poucas chances de vitória.