Uma mulher registrou um boletim de ocorrência após descobrir que seu filho de dois anos havia sofrido uma fratura no fêmur enquanto estava no Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Marguerite Guerra, em Votorantim, no interior de São Paulo. De acordo com a mãe, o menino estava em boas condições ao ser deixado na escola, mas foi chamada para buscar a criança após ele demonstrar estar com fortes dores nas pernas. Ao buscar o filho, ela percebeu que a perna estava inchada e, ao levá-lo ao hospital, descobriu que o fêmur estava quebrado.
A criança foi internada e passou por uma cirurgia para tratar a fratura. Durante o processo, a mãe foi informada por funcionários da escola de que o menino inicialmente estava bem, mas depois começou a chorar devido a dores nas pernas. A mãe relata que, ao questionar o filho sobre o ocorrido, ele apontou para a perna, o que a fez buscar atendimento médico. A situação gerou desconfiança, especialmente após a diretora da escola sugerir que a criança poderia ter chegado à instituição já com a fratura.
Em resposta ao caso, a Prefeitura de Votorantim informou que abriu uma sindicância interna para apurar os fatos. Representantes da Secretaria de Educação também se reuniram com os pais para discutir a situação. A mãe, por sua vez, afirmou estar preocupada com a postura da escola, que teria negado qualquer envolvimento no incidente sem uma investigação adequada, e pediu acesso às imagens das câmeras de segurança do local para esclarecer o que aconteceu.