Os contratos de minidólar (WDOH25), com vencimento em março, encerraram a última sessão em queda de 0,35%, cotados a 5.810 pontos. O cenário técnico aponta suportes próximos a 5.808/5.804, 5.793,5/5.785 e 5.775/5.758, enquanto as resistências estão em 5.813/5.834,5, 5.850/5.864,5 e 5.879/5.893. Apesar da baixa, o ativo segue acima das médias móveis nos gráficos de 15 minutos, o que mantém a possibilidade de uma recuperação caso consiga romper a resistência imediata.
No curto prazo, o rompimento da resistência em 5.813/5.834,5 pode abrir caminho para um avanço maior, enquanto a perda do suporte em 5.808/5.804 pode intensificar a pressão vendedora. Se o suporte mais próximo for perdido, o minidólar pode testar níveis mais baixos, como 5.793,5/5.785, com um alvo mais distante em 5.775/5.758. No gráfico diário, a tendência é de baixa, com o ativo negociando abaixo das médias móveis, e a manutenção dessa tendência depende do rompimento da média de 200 períodos em 5.749 pontos.
No gráfico de 60 minutos, o minidólar segue em um movimento lateralizado, com suporte em 5.775/5.758 e resistência em 5.834,5/5.850. Um rompimento de qualquer uma dessas extremidades pode definir o próximo movimento do ativo. Caso o fluxo vendedor prevaleça, o suporte em 5.802/5.793,5 será um nível chave, com possibilidade de queda até a faixa de 5.740/5.726.