Em 2024, os estados do Maranhão, Ceará, Bahia e Piauí apresentaram os menores rendimentos médios no Brasil, com valores abaixo da média nacional de R$ 3.225. Maranhão foi o estado com o menor rendimento, atingindo R$ 2.049. Já o Distrito Federal liderou o ranking com um rendimento médio de R$ 5.043, 56% superior à média nacional. O destaque do DF é explicado pela alta presença de funcionários públicos, que possuem salários acima da média da iniciativa privada.
Além dos estados do Nordeste, outras unidades federativas com rendimentos inferiores à média incluem Pará, Paraíba e Amazonas. No lado oposto, São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e outros estados das regiões Sudeste e Sul superaram a média nacional, destacando-se pela presença de setores econômicos mais desenvolvidos e elevados níveis de emprego formal.
O levantamento do IBGE também revelou que, em 2024, o desemprego médio foi o menor da série histórica em 14 estados, refletindo uma recuperação no mercado de trabalho. A pesquisa da Pnad Contínua, que acompanha todos os tipos de ocupação, envolveu a visita a 211 mil domicílios em todo o Brasil, fornecendo uma visão detalhada das condições econômicas das diversas regiões do país.