O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, optou por não participar da cúpula internacional sobre inteligência artificial marcada para a próxima semana em Paris, apesar da presença de líderes mundiais como Emmanuel Macron, Narendra Modi e JD Vance. Essa decisão é vista como um afastamento do evento que reunirá algumas das principais figuras da política global e das tecnologias emergentes. A ausência de Starmer pode ser interpretada como uma estratégia política, já que a cúpula, que se segue a outras conferências internacionais sobre IA, foi iniciada pelo ex-primeiro-ministro britânico Rishi Sunak em 2023.
O encontro, que será realizado em Paris, atrairá representantes de diversas nações e empresas de tecnologia, com o intuito de debater os desafios e as oportunidades da inteligência artificial. A decisão de Starmer de não comparecer pode gerar desconforto, principalmente porque o presidente francês, Emmanuel Macron, é um dos principais anfitriões do evento. A cúpula é considerada uma plataforma importante para discussões sobre a regulação e os impactos da IA, assuntos que estão no centro das preocupações de muitos governos.
A ausência do primeiro-ministro britânico também levanta questionamentos sobre a postura do Reino Unido em relação ao cenário global de inovação tecnológica. Embora não haja uma explicação oficial sobre o motivo exato de sua decisão, fontes indicam que isso pode limitar a oportunidade de Starmer de se reunir com figuras influentes como JD Vance e Elon Musk, que devem marcar presença. A escolha de Starmer de não comparecer reflete as complexas dinâmicas políticas em torno do tema e a crescente competitividade na liderança global de debates sobre inteligência artificial.