Em 2020, Francis Pedraza enfrentava um cenário difícil com a Invisible Technologies, uma empresa que combinava inteligência artificial com trabalhadores remotos para automatizar tarefas empresariais. Apesar do alto potencial, a adesão foi lenta, e os investidores eram reticentes. No entanto, um contrato com a DoorDash durante a pandemia de Covid-19 foi um ponto de virada, impulsionando a empresa a novos contratos com gigantes da tecnologia como OpenAI, Amazon e Microsoft. Isso resultou em um impressionante crescimento de receita, passando de US$ 3 milhões em 2020 para US$ 134 milhões em 2024.
Pedraza também fez uma recompra estratégica de ações, comprando a participação dos investidores passivos em 2021 por US$ 50 milhões, o que lhe deu mais controle sobre a empresa. Ao longo de sua trajetória empreendedora, ele experimentou falhas, como a desistência de sua primeira startup, Everest, mas a experiência o levou a criar a Invisible com a intenção de oferecer soluções mais acessíveis e eficientes para empresas. A ideia inicial de um assistente virtual evoluiu para a automação de tarefas empresariais mais complexas, com foco em processos que ainda eram difíceis de automatizar.
Agora, com o objetivo de competir com grandes players do setor de serviços como a Accenture, Pedraza busca posicionar a Invisible como uma solução mais ágil e econômica. Seu foco é integrar ainda mais inteligência humana e artificial, e ele aposta no crescimento da empresa para conquistar contratos de grande porte, o que poderia gerar retornos ainda mais substanciais. Com uma estratégia focada no fortalecimento da inteligência artificial e na expansão da base de clientes, Pedraza mira em uma nova fase de sucesso para sua companhia.