Um novo relatório alerta para os impactos potencialmente graves dos protetores solares nos ecossistemas marinhos. Esses produtos contêm compostos químicos que bloqueiam os raios ultravioleta (UV) do sol, mas também podem ser considerados poluentes pseudo-permanentes, ou seja, permanecem por mais tempo nos ambientes aquáticos. Entre os efeitos prejudiciais, destacam-se o branqueamento de corais e a diminuição da fertilidade dos peixes.
A pesquisa sugere que, além dos danos diretos à fauna e flora marinhas, o uso massivo de protetores solares pode comprometer a saúde dos oceanos, afetando sua biodiversidade de maneira profunda e duradoura. O impacto nos recifes de corais é especialmente preocupante, pois esses ecossistemas são fundamentais para a vida marinha e desempenham papel vital no equilíbrio ecológico.
Diante desses riscos, a investigação sobre o efeito dos produtos de proteção solar nos ambientes marinhos precisa ser acelerada. Especialistas recomendam a implementação de alternativas mais seguras para a vida marinha, com ênfase em soluções que minimizem os impactos ambientais e protejam os ecossistemas dos oceanos.