O texto aborda uma série de questões relacionadas à administração pública e à política internacional, com foco nas consequências de decisões de governos de esquerda. O primeiro ponto destacado é o êxodo de venezuelanos, que, em busca de melhores condições de vida, migraram para o Brasil, com 1,3 milhão de pessoas fugindo para o país. A crítica recai sobre o governo brasileiro, que teria endossado eleições questionáveis na Venezuela, o que gerou uma situação complexa de solidariedade e crise humanitária.
Outro tema tratado é a política de José Pepe Mujica, ex-presidente do Uruguai, respeitado por sua honestidade, mas cuja administração não é considerada um modelo de sucesso. O texto também faz um paralelo entre a Operação Marquês, em Portugal, e a Operação Lava Jato, no Brasil, abordando a resistência à corrupção e a seriedade da Justiça portuguesa em comparação com a brasileira, especialmente em relação a figuras públicas envolvidas em escândalos. Além disso, questiona o impacto negativo de administrações de esquerda em empresas estatais, como os Correios, que enfrentaram prejuízos significativos.
Por fim, o texto destaca a questão da gestão de recursos públicos e o impacto de decisões em organismos internacionais, como a OMS, durante a pandemia de Covid-19. A crítica é direcionada à condução da organização e sua relação com autoridades internacionais, com foco na alegada falha de ação durante o início da crise sanitária. O artigo termina com uma análise sobre a distorção de programas assistenciais, como o Bolsa Família, em Minas Gerais, apontando seu uso para fins eleitorais e a perda do foco original de atender às necessidades reais da população.