Neste domingo (9), o presidente do Equador, Daniel Noboa, e sua principal adversária, Luisa Gonzalez, exerceram seu direito de voto em suas cidades natalinas, Olon e Canuto, respectivamente. Noboa, que assumiu o cargo em 2023 após uma eleição antecipada, destacou as medidas de segurança adotadas durante seu mandato, como a mobilização de militares, que resultaram na redução de mortes violentas e na queda da violência nas prisões. Tais ações, segundo ele, facilitaram a captura de líderes de gangues no país.
Em contraponto, Gonzalez, em seu discurso durante a votação, posicionou-se como representante da esperança, contrastando sua candidatura com a do governo, a qual ela associou ao medo. Ela defendeu a criação de um país mais justo e seguro, com acesso a empregos, saúde e educação. A disputa, que envolve um grande número de eleitores (cerca de 14 milhões), ocorre em um cenário de alta polarização e desafios sociais no país.
As pesquisas eleitorais indicam que Noboa tem chances de vitória no primeiro turno, com estimativas de que ele possa alcançar mais de 50% dos votos, liderando a corrida com uma margem confortável sobre seus concorrentes. No entanto, algumas sondagens preveem que a eleição pode se estender para o segundo turno, programado para abril, caso ele não obtenha a maioria necessária no dia da votação.