Um corpo encontrado em 2013 em Chapecó, Santa Catarina, foi identificado como sendo de um homem que havia desaparecido na época, após análises feitas pela Polícia Científica. A identificação foi possível devido à falta da ponta do dedo indicador direito da vítima, uma característica que foi comparada a registros antigos do desaparecido. O cadáver, que estava em estado avançado de decomposição, foi sepultado sem identificação e permaneceu sem ser reconhecido até a exumação feita em novembro de 2024.
A reabertura do caso e a análise da amostra do corpo trouxeram alívio à família, especialmente aos avós da vítima, que estavam em busca de respostas sobre o destino do parente. A identificação foi confirmada sem a necessidade de testes de DNA, marcando um avanço no uso de características físicas e registros médicos para resolver casos de desaparecimento. A falta do dedo indicador direito foi um indicativo importante que levou os peritos a iniciar a exumação do corpo.
O reconhecimento da vítima encerra um longo período de incertezas para a família, que já suspeitava da morte, mas aguardava a confirmação oficial. A polícia agora reabriu o inquérito do homicídio, que até então estava sem andamento devido à falta de informações sobre a identidade do cadáver. A exumação e os resultados periciais destacam o uso de novas técnicas investigativas para resolver casos antigos de desaparecimento.