A queda da ponte Juscelino Kubitschek, ocorrida no dia 22 de dezembro de 2024, causou uma tragédia em que dez veículos, com 18 pessoas a bordo, caíram no rio, resultando em uma única sobrevivente. O acidente afetou não só as vítimas diretas, com várias pessoas ainda desaparecidas, mas também a economia local, que dependia da intensa movimentação entre os estados do Maranhão e Tocantins. A travessia de passageiros e veículos, antes facilitada pela ponte, agora está sendo realizada de forma precária, com o uso de pequenas embarcações, enquanto a promessa de balsas para o transporte ainda não se concretizou.
A região continua enfrentando grandes dificuldades devido à interrupção do fluxo rodoviário. Alternativas de rotas chegam a aumentar o trajeto em até 370 km, causando desconforto e prejuízos à população e ao comércio. A estrutura da ponte ainda permanece parcialmente destruída, com veículos sobre os restos da construção. A falta de uma solução imediata tem gerado frustração entre os moradores, que aguardam uma resposta das autoridades, especialmente após a divulgação de um relatório de 2020 que já alertava sobre o risco de colapso da ponte.
A investigação sobre as causas do desabamento segue em segredo de justiça. O impacto do acidente, que envolveu não apenas as vítimas humanas, mas também o fechamento de uma importante via logística, continua a reverberar na região. Apesar dos esforços para localizar as vítimas e resolver a questão da travessia, a situação permanece instável, com as operações de resgate dificultadas pela cheia do rio e pela correnteza. A falta de soluções rápidas e concretas continua a ser um grande desafio para os moradores e para a economia local.