A viúva de um comerciante assassinado em Praia Grande, no litoral paulista, está no centro de uma polêmica após a divulgação de informações sobre um possível novo casamento dentro de um presídio. O vereador da cidade afirmou que a mulher se casou com uma detenta, mas a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) negou a informação. A defesa da viúva também refutou a alegação, destacando que não há registros oficiais sobre o fato. O caso ganhou grande repercussão após o político questionar as motivações por trás do casamento, sugerindo questões de segurança ou desejo sexual dentro da penitenciária.
O comerciante foi morto a facadas por seu cunhado, com o envolvimento de sua esposa e irmã no crime, conforme a investigação do Ministério Público. O crime teria sido premeditado, motivado por um triângulo amoroso e disputas financeiras, com os acusados buscando vantagens pessoais. As últimas palavras da vítima, que expressou amor pela esposa antes de ser atacado, evidenciam o choque e a traição que cercaram o assassinato. O trio foi preso e, após o desenrolar das investigações, o caso foi classificado como homicídio qualificado, com o crime envolvendo razões torpes e um ataque traiçoeiro.
Além das questões judiciais, o caso gerou discussões sobre a conduta e os interesses pessoais dos envolvidos. A alegação de um novo casamento, embora negada pelas autoridades, continua a alimentar debates nas redes sociais e entre os familiares das vítimas. Enquanto o processo segue na Justiça, a repercussão pública se intensifica, com várias versões sobre os motivos e as circunstâncias do crime, evidenciando as complexidades das relações familiares e das disputas financeiras que envolvem o assassinato.