No início do segundo mandato de Donald Trump, o governo dos Estados Unidos deu início a uma série de medidas rigorosas para combater a imigração ilegal. Entre as ações, destaca-se a prisão de 538 imigrantes ilegais, com mais de 370 ordens de prisão emitidas. A Casa Branca afirmou que essas ações são apenas uma pequena amostra do que está por vir, com a promessa de realizar a maior deportação em massa da história do país. A administração Trump reforçou sua política anti-imigração, adotando medidas que incluem o envio de tropas à fronteira, a construção de um muro e a eliminação de programas humanitários que permitiam a entrada de imigrantes.
Dentre as principais mudanças implementadas, estão a revogação de regras que impediam a prisão de imigrantes em locais como escolas e hospitais e a ampliação das deportações expressas, que permitem expulsões rápidas sem audiência judicial. Outra medida controversa foi a eliminação do direito à cidadania automática para filhos de imigrantes ilegais ou com vistos temporários. A Casa Branca também retomou o programa “Fique no México”, obrigando os solicitantes de asilo a aguardarem no território mexicano enquanto seus pedidos são analisados.
Apesar das críticas e ações judiciais em resposta a algumas dessas políticas, como a contestação de estados contra a retirada da cidadania automática, o governo Trump segue comprometido com sua agenda de repressão à imigração ilegal. Em um contexto de crescente tensão política, especialmente com o Congresso controlado por republicanos, o governo dos EUA está implementando estratégias para endurecer o controle nas fronteiras e limitar a entrada de imigrantes.